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» » O modelo psicológico da morte do PT


Vamos a uma explicação wikipédica, antes do ponto principal.
O Modelo de Kübler-Ross propõe uma descrição de cinco estágios discretos pelo qual as pessoas passam ao lidar com a perda, o luto e a tragédia. Pelo modelo, pacientes terminais tendem a entrar em estado de auto-depreciação:  e por isso necessitam se apoiar em alguns conceitos de conscientização de seu estado.

O modelo foi proposto por Elisabeth Kübler-Ross em seu livro On Death and Dying, publicado em 1969.  Os estágios se popularizaram e são conhecidos como Os Cinco Estágios do Luto (ou da Dor da Morte, ou da Perspectiva da Morte).
Os estágios são:
Negação: “Isso não pode estar acontecendo.”
Raiva: “Por que eu? Não é justo.”
Negociação: “Deixe-me viver apenas até meus filhos crescerem.”
Depressão: “Estou tão triste. Por que me preocupar com qualquer coisa?”
Aceitação: “Tudo vai acabar bem.”
Kübler-Ross originalmente aplicou estes estágios para qualquer forma de perda pessoal catastrófica, desde a morte de um ente querido e até o divórcio. Também alega que estes estágios nem sempre ocorrem nesta ordem, nem são todos experimentados por todos os pacientes, mas afirmou que uma pessoa sempre apresentará pelo menos dois.

Alguns notaram que qualquer mudança pessoal significativa pode levar a estes estágios. Advogados criminalistas de defesa experientes estão cientes de que réus que estão enfrentando a possibilidade de punições severas com pouca possibilidade de evitá-las freqüentemente experimentam estes estágios, sendo desejável que atinjam o estágio de aceitação antes de se declararem culpados.
Agora vamos à adaptação que o PT fez desse modelo:
Negação: Dizer que não a nada provado
Raiva: Colocar a culpa na mídia e na oposição
Negociação: Propor pacotes anti-corrupção e fim de doação empresarial
Depressão: Dizer qwue todo mundo já roubou e que é culpa dos antecessores na Presidência da República
Aceitação: Habeas Corpus preventivo
Diz algo, não?


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